Vivíamos em um determinado lugar, e nos propusemos a vir para cá para e passar uma experiência no Planeta Terra, experimentar as sensações humanas.

E a viagem começa

Para isso nós temos que usar o corpo físico, pois o corpo físico está na frequência vibratória da matéria da terra. Porque tudo é energia, inclusive a terra.

Então entramos na barriga de uma mãe, e começamos a usar sua energia para construir o corpo físico que projetamos, e que vai servir para passar pelas experiências aqui na terra. Aprender o que tem que ser aprendido destas leis universais e assim, conquistar o nosso processo evolutivo. Quando nascemos aqui no planeta chegamos como uma encomenda que é entregue mais ou menos no tempo certo. Porém, não vem acompanhado de manual de instruções, de termo de garantia de funcionamento e data de validade.

Por esta razão, os pais quando começam a enfrentar problemas na educação dos filhos não tem a quem reclamar e tampouco acionar o 0800 ou qualquer outro órgão de proteção ao consumidor.

E, se estamos aqui para evoluir qual o caminho correto a percorrer para encontrar essa tal evolução? Ou seja, o que estamos fazendo aqui e por quanto tempo?

Nascemos sozinhos

Interessante que nascemos sozinhos, e também sozinhos e individualmente vamos conquistando cada passo desse caminho de forma instintiva, do nosso jeito. Por mais que os pais ou familiares queiram ou tentem nos ensinar como deve ser feito. Nascemos e, começamos a nos adaptar à nova fase de vida. Aprendemos a respirar, engolir, mamar o alimento enquanto ainda não temos condição de ingerir alimentos sólidos.

Aprendemos a enxergar com os olhos, respirar pelo nariz e sentir odores identificando-os. Ouvir os sons e reconhecê-los do mesmo modo que fazemos com o paladar que inicialmente só conhece o sabor do leite materno. Aos poucos vai se acostumando com novos sabores, salgados, doces, líquidos, sólidos.

Assim fazemos com a fala, e tudo mais.

Quando nos damos conta que estamos prontos para exercer o poder de decidir o que fazer com nossa vida. Precisamos atingir o objetivo único que nos propusemos de evoluir. Começamos a entender que temos que seguir determinadas regras ditadas pela educação. Recebemos e passamos a confundir a forma de decidir o que é o melhor para nós.

E vamos à escola

Vamos à escola e aí confundimos mais ainda nosso programa original porque nos ensinam que temos que competir e ser o melhor em tudo. Ao mesmo tempo em que devemos fazer tudo igual aos outros desde comportamento social até conquistas pessoais.

Atingimos a fase adulta e não temos mais certeza de nada. Quando iniciamos a caminhada, sabíamos o que fazer e como repetir a operação proposta até escolher o melhor jeito, o nosso jeito. Mesmo que fosse o simples fato de caminhar com as próprias pernas.

As decisões vão se tornando difíceis de serem compreendidas, porque nem sempre fazemos do jeito que queremos, em função de atender a orientação social de comportamento exemplar. Tudo fica muito confuso. 

Mas, a pressão social é forte, os paradigmas que constroem as crenças parecem ter raízes profundas. São muito difíceis de serem arrancadas e cedemos para ficar com tudo e com todos.

Perdemos a naturalidade e tudo que antes era tão simples começa a ficar complicado, porque quanto mais complicado mais valorizado.

Isso nos assusta, passamos a sentir medo. 

E chega a fase do mêdo


Temos medo de sexo, amor, dinheiro, poder, realizações, sentimentos, relacionamentos…

Somos forçados a criar uma casca protetora para se defender do próximo, mesmo os mais próximos, quando antes tudo e todos estavam sempre disponíveis e dispostos a nos ajudar. Nossa reação era reconhecimento afetivo demonstrados num simples olhar acompanhado de um largo sorriso natural das crianças de pouca idade.

Criamos tantas defesas em razão de nossa vulnerabilidade que acabamos por não sentir mais nada. Somente medo e dor quando é muito aguda pela perda. A perda de um bem ou de pessoas que estamos agarrados, atados, como se fossem nossa ancora de segurança. Nosso porto seguro virou mar revolto de aflições, que a vida nos apresenta na nova caminhada.

Evolução então, nem pensar… Estamos ocupados em ganhar dinheiro, ter e possuir objetos e pessoas para nos tornarmos fortes, seguros, ter todos os direitos preservados.

Tá na hora de orientar a caminhada

Então chega um momento em que sentimos que a caminhada é pesada, dolorida. Não é mais como antes quando éramos crianças, que experimentávamos pelo simples fato de aprender pelo sentir e depois decidir.

O tempo urge e não temos mais tempo para decidir e tudo começa a ser escolhido pelo habito de fazer. E assim fazemos tudo o que todo mundo faz, porque não podemos perder tempo em experimentar para decidir. E se todos fazem assim deve ser bom e também fazemos.

Fazemos tantas coisas que nem sabemos por que fazemos, e não nos damos conta que estamos dirigindo nossa nave para o infinito na perdição.

E nossa encruzilhada se aproxima

A vida vai chegando numa encruzilhada e o formato normal de fazer as coisas não serve como regra para tomar a decisão do caminho a seguir. São as encruzilhadas que nos colocamos para decidir voltar a sentir o que viemos fazer aqui e para que serve esse corpo físico.

As dores tomam conta de nosso corpo. Apresentam-se na forma de doenças do corpo, da mente e da alma. E parece que os remédios que estamos acostumados a ingerir para amenizar a dor não resolvem. Procuramos médicos, especialistas, doutores, da educação, do direito, da medicina, dos sistemas e nada! Parece que não há solução.

Esse é o momento em que devemos nos reconhecer como espíritos que estão dentro de um corpo físico. E que esta carcaça de carne só nos serve como veículo, mas o comando está dentro de nós.

É hora de voltar as origens

É hora de voltarmos as origens e passarmos a sentir novamente o corpo para conseguir ouvir e entender o que a dor está nos mostrando. É o momento em que nós voltamos para nós mesmos e lembramos que viemos sem manual de instruções e sem garantias. Passamos a buscar soluções dentro de nós, como anteriormente ao aprender a andar ou falar.

Tudo o que precisamos está dentro de nós e isto é tão verdadeiro que chegamos e partimos sem manual de instruções, mas, conseguimos alçar nosso voo.

Nossa Missão

Oferecer uma alternativa de tratamento com foco no indivíduo de forma global, seja física, mental, emocional e espiritual.

Trabalha-se, entre outras coisas, a saúde, a família, o trabalho, os relacionamentos, a prosperidade e o crescimento espiritual.
Utilizamos poderosos instrumentos de cura baseada na Geometria Sagrada, como a Mesa Quântica e o Psicogerador Radiônico, que utilizam também os princípios da radiestesia e radiônica.

Já com a Apometria Multidimensional atuamos em todos os corpos e planos, limpando e harmonizando energeticamente pessoas, ambientes e animais.

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