Vamos continuar falando de depressão, agora abordaremos alguns tipos, para que você vá se familiarizando com o assunto.

Existem alguns tipos de depressão, e seus sintomas podem aparecer de maneiras várias. Vamos falar sobre os principais.

Transtorno depressivo grave

Também chamada de depressão clínica ou depressão maior, é a mais diagnostica nos primeiros exames.

Nos Estados Unidos, antes da pandemia se estabelecer, se estima que 7,8% de todos os adultos, ou seja 20 milhões de americanos adultos, tiveram pelo menos um episódio de depressão grave.

Episódios de depressão grave foram mais comuns entre:

6% – Homens

9,6% – Mulheres

13,7% – Pessoas que se declaram de duas ou mais raças

15,2% – Faixa Etária de 18 a 25 anos

Os números da OMS sobre alguns tipos de depressão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de transtorno depressivo maior. Esse é um número alarmante, que mostra a gravidade do problema.

O transtorno depressivo maior afetou aproximadamente 163 milhões de pessoas (2% da população mundial) em 2017.A porcentagem de pessoas afetadas em algum momento da vida varia de 7% no Japão a 21% na França.

As taxas de vida são mais altas no mundo desenvolvido (15%) em comparação com o mundo em desenvolvimento (11%). 

O distúrbio causa o segundo maior número de anos vividos com incapacidade, depois da dor lombar.

O diagnóstico de transtorno depressivo maior é baseado nas experiências relatadas pela pessoa, no comportamento relatado por parentes ou amigos e em um exame do estado mental.

Em suma, não há exames laboratoriais para detectar o distúrbio, mas podem ser feitos exames para descartar condições físicas que possam causar sintomas semelhantes.

O momento mais comum de início é aos 20 anos de uma pessoa, com mulheres afetadas duas vezes mais que homens. 

Qual o aprendizado?

Aprender a identificar os sinais do transtorno depressivo maior é o primeiro passo para receber o tratamento adequado e melhorar a qualidade de vida. Portanto, é importante estar atento às manifestações da doença e buscar ajuda especializada o mais rápido possível.

O transtorno pode variar de um episódio com duração de meses a um transtorno ao longo da vida com episódios depressivos maiores recorrentes.

As pessoas com transtorno depressivo maior são comumente tratadas com a psicoterapia e medicação antidepressiva, sendo o efeito mais significativo nos deprimidos mais graves.

A hospitalização, que muitas vezes é feita por responsáveis com autorização Médica, pode ser necessária em casos com autonegligência, quando se identifica um risco significativo de dano ao paciente ou a outros. 

A combinação de fatores genéticos, ambientais e psicológicos podem estar na base das causas do transtorno depressivo, com cerca de 40% do risco sendo genético. Os fatores de risco incluem histórico familiar da doença, grandes mudanças na vida, certos medicamentos, problemas crônicos de saúde e transtornos por uso de substâncias. 

As consequências desse transtorno afetam negativamente a vida pessoal, profissional ou educacional de uma pessoa e causar problemas nos hábitos de sono, alimentação e saúde geral de uma pessoa

Transtorno depressivo persistente

O Transtorno depressivo persistente, ou distimia, é um tipo de depressão crônica que pode durar 2 anos ou mais. Geralmente envolve sentimentos mais leves de tristeza e desesperança, juntamente com outros sintomas depressivos.

A pessoa com distimia pode sentir-se constantemente triste ou sem esperança, ter baixa energia e falta de motivação, como também em alguns tipos de depressão.

Sempre vem a perder o interesse nas atividades que antes a faziam feliz e ter alterações no apetite e no sono. Esses sintomas podem afetar significativamente a capacidade da pessoa de realizar suas atividades diárias. Vale ressaltar, que mesmo a distimia seja menos intensa do que a depressão grave, ela pode ser igualmente debilitante.

De 3% a 4% das pessoas nos Estados Unidos podem ter esse tipo de depressão.

Depressão sazonal

O transtorno afetivo sazonal é uma condição psiquiátrica que se caracteriza por mudanças de humor que acontecem ao lado de mudanças nas estações do ano.

Ou seja, para muitas pessoas, esse tipo de depressão começa no outono e dura até o inverno, mas alguns experimentam sintomas depressivos sazonais na primavera e no verão.

Mas, ainda não se sabe a causa desse transtorno, mas acredita-se que ele esteja ligado a alterações nos níveis de serotonina (um neurotransmissor importante para o humor) ou à exposição à luz natural.

Para esclarecer, os sintomas do TAS podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem alterações do sono, apetite, energia e da concentração.

Algumas pessoas com TAS relatam ter um sentimento de melancolia e desânimo durante todo o ano, enquanto outras relatam crises depressivas pontuais.

O tratamento do TAS costuma envolver medicamentos antidepressivos e/ou terapia cognitivo-comportamental.

Cerca de 5% dos adultos americanos experimentam depressão sazonal, com sintomas que geralmente permanecem por cerca de 40% do ano, que também retornam a cada ano para quase 70% das pessoas que vivem com a condição.

A depressão sazonal afeta geralmente, mulheres, jovens adultos e pessoas que vivem em altas altitudes.

As Terapias Energéticas e a Depressão

A depressão e a ansiedade são condições muitas vezes incompreendidas, que podem acentuar a frustração de lidar com elas.

As Terapias Energéticas estão cada vez mais evoluídas e podem ajudar as pessoas a lidarem com condições que muitas vezes são incompreendidas. Essas terapias podem auxiliar na limpeza do seu Campo Espiritual, modificar sua programação mental para aceitar a cura e conviver harmoniosamente com o tratamento. Voltar a ter uma vida normal é o objetivo dessas terapias, que tem mostrado resultados positivos em diversos pacientes.

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